Venezuela: um desastre (também) cibernético

Na semana passada (veja o artigo aqui) o Lab encontrou evidências de que a infraestrutura do Banco Venezolano de Crédito possuía a vulnerabilidade Heartbleed (CVE-2014-0160) e estava sendo utilizada por elementos maliciosos para mineração de criptomoeda Monero.

A existência de uma vulnerabilidade antiga como o HeartBleed é inacreditável, sobretudo numa instituição financeira, o que demonstra um nível de segurança lamentável. 

Esse achado, somado às recentes operações hacktivistas desferidas recentemente contra a Venezuela, levou o

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Banco Venezuelano e Criptomoedas (mas não do jeito certo)

Muito se fala sobre a adoção de tecnologia blockchain (amplamente utilizadas por criptomoedas) por instituições financeiras tradicionais. O Banco Venezolano de Crédito parece ser um precursor nessa iniciativa, mas a semelhança acaba aqui.

Na verdade, o Lab encontrou evidências de que a infraestrutura do Banco tem sido utilizada por elementos maliciosos para mineração de criptomoeda Monero.

Defesa Proativa

Uma defesa proativa monitora diferentes incidentes oriundas de diferentes fontes. O sistema de Monitoramento Avançado Persistente atua em várias frentes. Uma

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